
Bola murcha; cartões amarelos; faltas duras; cartão vermelho e fogo na taça. Espera ai, fogo na taça?
É na decisão aconteceu de tudo.
Além da pressão santista no ínicio do jogo, que resultou no gol de penalti; mal marcado; convertido por Kléber Pereira. E da angústia da torcida corinthiana logo após o gol santista, e seguido alívio pelo gol convertido pelo lateral André Santos, o jogo apresentou vários lances que compõe uma final; alguns meramente normais,como em toda decisão; outros de certa forma muito inusitados.
Faltas duras já era de se esperar; cartões amarelos foram muitos, 5 para o corinthians e 6 para o time da baixada. Domingos recebeu dois e foi expulso após entrada em Ronaldo.
Antes Ronaldo e Domingos já tinham se desentendido, após episódio da bola murcha.
Domingos que sempre exagera nas faltas, era para ter sido expulso já em outros lances, demorou o ábrito Sálvio Spinola, mesmo fazendo boa arbitragem.
Por fim não poderia faltar, o que foi definido por muitos como um episódio de extrema burrice e irresponsabilidade. Na entrega do trófeu ao capitão Willian e ao presidente Andres Sanchez, foi feita muita festa, e toda ela organizada pela Federação Paulista de Futebol. Com direito a muito fogos, papéis com as cores do clube. E o que era óbvio aconteceu; os pápeis lançados rapidamente pegaram fogo, e o que se viu foi um troféu em chamas. O capitão do corinthians pouco pode fazer, jogou o troféu no chão e desceu apressado.
Por sorte não aconteceu nada, e como disse Ronaldo após o jogo, por irresponsabilidade da federação poderiamos estar agora no hospital, e não comemorando
título.
Realmente lamentável! Mas nada que atrapalhasse a festa da torcida corinthiana.